Libertadores 2015 – finais

29/07  Tigres/MEX    0x0     River Playte – IDA

05/08  River Playte    3×0    Tigres/MEX – VOLTA


CAMPEÃO DA LIBERTADORES 2015

RIVER PLATE – TRICAMPEÃO 

river plate

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Campanha do Internacional na Libertadores 2015

FASE DE GRUPO

17/02  The Strongest   3×1   Internacional

26/02  Internacional    3×1    Universidad do Chile

04/03  Internacional    3×2    Emelec

18/03  Emelec    1×1    Internacional

16/04  U. Chile    0x4    Internacional

22/04  Internacional    1×0    The Strongest


OITAVAS DE FINAL

06/05  Atlético/MG    2×2    Internacional – IDA

13/05  Internacional    3×1    Atlético/MG – VOLTA


QUARTAS DE FINAL

20/05  Santa Fé    1×0    Internacional – IDA

27/05  Internacional    2×0    Santa Fé – VOLTA


SEMIFINAL

15/07  Internacional    2×1    Tigres/MEX – IDA

22/07  Tigres/MEX    3×1    Internacional – VOLTA


12 jogos

7 vitórias

2 empates

3 derrotas

23 gols marcados

15 gols sofridos

Inter perde por 3 a 1 para o Tigres e está fora da Libertadores

Como era esperado, o Tigres iniciou intenso na saída de bola. Gignac e Rafael Sobis tentavam impor velocidade no ataque. Aquino aparecia como elemento surpresa, ora centralizado, ora pela esquerda, às costas de William. O Inter abusou das ligações diretas para o ataque.

Foi colocar a bola no chão com 10 minutos de partida. Nem mesmo D’Alessandro poupou os colorados do tradicional balão para Nilmar, isolado no ataque. Os gaúchos jogaram pouco no primeiro tempo. O Inter só foi chegar próximo da meta de Guzmán uma única vez, aos sete minutos, quando D’Alessandro deixou dois marcadores para trás, sofreu falta, mas não aproveitou a cobraça na entrada da área, próximo à meia-lua.

Nervoso em campo, sem aproveitar a troca de passes que desnorteou o Tigres na semana passada, no duelo do Beira-Rio, o Inter sucumbiu à pressão mexicana cedo demais. Aos 17 minutos, Damm driblou Geferson e cruzou para o meio da área. Marcado pelo pequeno William, o grandalhão francês Gignac praticamente acertou um pataço de cabeça. Era o gol logo no início que o Tigres precisava. O “vulcão amarelo”, como é conhecido o Estádio Universitário, entrou em erupção.

Em campo, os jogadores mexicanos pareciam se multiplicar pelos setores. Sempre em velocidade, com Aquino ou Sobis, o perigo de gol a Alisson era constante. O primeiro chute a gol do Inter foi acontecer apenas aos 39, quando Valdívia, da entrada da área, obrigou Guzmán a uma defesa em dois tempos. A pataguada de Geferson, aos 40 minutos, resume o primeiro tempo do Inter.

O lateral estava na entrada da área, tentou afastar um balão vindo de Aquino, e marcou contra. Os cinco minutos restantes do Inter foram um misto de pavor pelo placar adverso e nervosismo pela falta de criatividade.

O Inter voltou igual para o segundo tempo. Mesmo necessitando fazer um gol, era o Tigres que buscava marcar o terceiro. Poderia ter feito, de pênalti, aos cinco minutos. William, facilmente envolvido por Aquino, derrubou o mexicano na área. Sobis bateu e Alisson defendeu.

A defesa que poderia incendiar o Inter para buscar o gol que levaria a partida para a decisão por pênaltis em Monterrey ainda estava sendo comemorada quando, aos 11 minutos, Arévalo Rios marcou de peixinho e decretou o adeus dos colorados na Libertadores. O Tigres, visivelmente, tirou o pé e passou a administrar o jogo. Enquanto o Inter partia desesperado em busca de um gol, os mexicanos fechavam-se para sair em contra-golpes.

Lisandro ainda descontou aos 43, mas não o suficiente para seguir à final da Libertadores.

Fonte: ZH

Inter vence e joga por um empate no México

O real Inter voltou a se apresentar na Libertadores. Após 49 dias de recesso na competição, o time de Diego Aguirre deu as caras uma vez mais, bateu o Tigres por 2 a 1 e, agora, precisa de um empate ou até mesmo derrota por um gol de diferença a partir do 3 a 2, no dia 22, em Monterrey, para disputar a sua quarta final do torneio e buscar o tricampeonato da América. Caso o Tigres vença por 1 a 0, eliminará o Inter. Vitória mexicana por 2 a 1 levará a decisão para os pênaltis. Na outra semifinal, o River Plate leva a vantagem do 2 a 0 obtida sobre o Guarani-PAR, em Buenos Aires, para a decisão em Assunção.

Com um Beira-Rio rugindo, o Inter saiu de cara para a sua Copa do Mundo particular. Logo aos quatro minutos, o experiente volante uruguaio Arévalo Ríos tentou recuar para o goleiro da seleção argentina Guzmán, mas Nilmar desviou o passe. Ato contínuo, D’Alessandro recolheu a bola, se aproximou um pouco mais da área e bateu reto, no canto esquerdo de seu compatriota. Um gol que fez os mais de 41 mil colorados festejar e deixou os mexicanos boquiabertos com a rapidez do gol.

Mas a turma de Rafael Sobis ainda teria uma surpresa a mais. Aos nove minutos, a bola se ofereceu para Valdívia, na ponta direita da grande área. O cabeludo camisa 29 chegou chutando, a bola desviou no corpo de Ayala, que tentou salvar de carrinho, subiu, enganou Guzmán e caiu às costas do goleiro. E dentro do gol: Inter 2 a 0. Para a alegria de Enrique Carrera, o substituto do suspenso Aguirre à beira do gramado.

O Tigres tentou se encontrar a partir dos 15 minutos, quando tentou esboçar uma reação. Sobis se desentendeu com Geferson. Irritado com uma falta do lateral, se levantou e o agarrou pelo pescoço. O árbitro precisou intervir para separar o que poderia se transformar em briga.

O problema é que o 2 a 0 parecia ter deixado o Inter bem satisfeito. Cedo demais. Aos 22, Sobis cruzou na área e o zagueiro Ayala subiu sozinho para desviar de cabeça e descontar para 2 a 1 — o Inter sofreu um gol que definitivamente não estava nos planos.

Coube a Sobis incendiar o jogo e provocar a reação mexicana. Aos 30, William foi desarmado no meio-campo e o seu erro só não proporcionou o empate porque Alisson fez grande defesa aos pés de Sobis. O Inter se encolheu, permitiu a pressão do Tigres e passou a jogar em esporádicos contra-ataques. Aos 36, Gignac deixou Ernando para trás, invadiu a área e parou no paredão Alisson. Ao final do primeiro tempo, o Tigres reclamou de um pênalti de Alan Costa em Aquino, que não foi marcado pelo árbitro.

— Não podemos mais levar gols, se não vai ficar complicado — alertou Rodrigo Dourado.

A segunda etapa começou com Sobis cabeceando sozinho para a defesa de Alisson. O Inter assustava a torcida — que esperava pelo terceiro gol para poder se tranquilizar. Quem seguia mais contundente era o Tigres. Arévalos Ríos teve o empate a sua frente, com uma bola que sobrou limpa, quase na marca do pênalti. Mas, para a sorte do Inter, ele chutou para fora. O meio-campo colorado precisava de maior proteção.

Aos 11 minutos, o zagueiro da seleção mexicana Ayala invadiu as canelas de Lisandro López com um carrinho e foi expulso. Não demorou para que Sasha entrasse no lugar de Nilmar. O Inter tentava transformar o 11 contra 10 em uma vantagem real no placar. Lisandro, duas vezes, parou nas mãos de Guzmán. Apesar dos 37 minutos que teve à disposição para ampliar, pouco produziu e embarcará para o México com a vantagem mínima na bagagem, porém, sempre uma vantagem.

Fonte: ZH

Campeões da Libertadores pelo Inter dão dicas para superar o Tigres

O Inter abrirá na noite desta quarta-feira a sua terceira semifinal de Libertadores em 10 temporadas. Nas outras duas, na edição de 2006 e em 2010, passou, foi à final e se sagrou campeão da América. Assim como na campanha do bicampeonato, os colorados farão a primeira partida em casa, às 22h, no Beira-Rio, o que empresta ao jogo contra o Tigres um drama ainda maior. Abrir a série semifinal em seus domínios é um grande passo para chegar à final.

As dicas de campeões da Libertadores pelo Inter para superar o Tigres Diego Vara/Agencia RBS

Desde 2000, as semifinais da Libertadores mostram que 70% dos clubes que disputam o jogo de ida em casa passam à finalíssima — como o Inter de 2010, contra o São Paulo. Nesse período, apenas três times que venceram a primeira partida em casa foram eliminados na de volta: o Corinthians caiu para o Palmeiras em 2000, o Cúcuta foi eliminado pelo Boca Juniors em 2007, enquanto que o Newell’s Old Boys vivenciou a sua tragédia contra o Atlético-MG em 2013.

— Fazer o jogo de ida na semifinal Libertadores em casa significa ter uma pressão maior por vencer sem sofrer gols. Para isso, é preciso ter paciência, se sentir confiante e contar com uma torcida que ajude o tempo todo, que não deixe o time ansioso — ensina o lateral-direito Nei, campeão da América com o Inter em 2010.

O camisa 15 do Inter naquela Libertadores recorda a dramaticidade que foi ter vencido o São Paulo de Fernandão, Rogério Ceni, Miranda, Hernanes, Dagoberto e Ricardo Oliveira por 1 a 0, no Beira-Rio, com um gol de Giuliano, aos 22 minutos do segundo tempo, girando em cima de dois marcadores.

— Sabíamos que ganhar em casa era uma obrigação. O São Paulo não nos permitiria vencer no Morumbi, ainda mais pelo histórico de 2006, quando o Inter ganhou lá a primeira partida da final. Jogamos muito bem o primeiro tempo, apesar do 0 a 0. Voltamos confiantes e sabendo que o gol sairia de qualquer forma, pois havíamos parado o São Paulo na primeira etapa. Não demorou para que o Giu (o meia Giuliano, hoje no Grêmio) marcasse o 1 a 0. A torcida foi perfeita, nos empurrou o tempo todo. Até antes do jogo,quando nos recebeu com o Rua de Fogo e nos emocionou a todos. Ao final, estava feito, conseguimos o que precisávamos — diz Nei, autor do primeiro gol do Inter naquela Libertadores, um chutaço de muito longe, na vitória por 2 a 1 sobre o Emelec.

No Morumbi, oito dias depois, o Inter foi a campo sabendo que estaria no Mundial, caso passasse à final. O Chivas Guadalajara havia eliminado a Universidad de Chile na preliminar.

— Foi um jogo dramático. Empatamos com um gol de Alecsandro, em seguida, levamos o 2 a 1 e tivemos o Tinga expulso. Jogamos 15 minutos com um a menos e suportando uma pressão enorme do São Paulo. Nos classificamos porque o grupo estava muito unido e querendo ser campeão. Para ganhar a Libertadores é preciso querer muito — afirma o atual lateral do Vasco, que assim como em 2010, está com Celso Roth uma vez mais.

Se Nei era questionado na lateral direita, na esquerda, Kleber não chegava a ser um ídolo dos colorados. Mas foi tão decisivo para a conquista como Nei. Nas oitavas, o Banfield de James Rodriguez, hoje camisa 10 do Real Madrid, só não eliminou o Inter porque Kleber fez o gol salvador na derrota por 3 a 1, em Buenos Aires. O antigo camisa 6 do Inter aposta no espírito de 2010 para que o Inter avance à mais uma final de Libertadores:

— Acredito muito no potencial defensivo do Inter do Diego Aguirre, como no de 2010. Essa é a chave para a classificação. O Tigres tem um ataque poderoso, com Sobis e com Gignac, bem como o São Paulo daquele ano. É preciso vencer de qualquer maneira essa primeira partida. Se não sofrer gol, então, será o jogo perfeito. Mas é preciso atenção com Sobis, esse é um perigo e conhece o Beira-Rio como poucos.

Para Kleber, hoje um empresário de futebol, apesar de seus apenas 35 anos de idade, a vitória no Beira-Rio emprestará ao Inter a serenidade necessária para jogar da maneira que desejar a decisão em Monterrey.

— Anulamos o São Paulo naquela primeira partida. Isso nos deu a liberdade de atuar tocando a bola, mais recuado e esperando que eles saíssem no Morumbi. Deu certo cinco anos atrás, tem tudo para dar certo agora — confia Kleber.

De comum com as campanhas de 2006 e a de 2010 com a de 2015 até aqui, o fato de o Inter ter cruzado com mexicanos. No primeiro título, enfrentou o Pumas. No bicampeonato, o Chivas Guadalajara. Agora, o Tigres. Campeão da Libertadores e do Mundial com o Inter, Iarley atuou pelo Dorados, do México, na temporada 2004/2005, logo depois de se tornar um dos imortais do Boca Juniors, com o Mundial de 2003. Pois Iarley estava na semifinal de 2006, entre Inter e Libertad. Viveu a benesse de não perder o jogo de ida da semifinal. O 0 a 0 no defensores del Chaco, contra o Libertad de Guiñazu, deixou os colorados mais tranquilos para decidir em casa.

— Atuamos bem fechadinhos no Paraguai, como acredito que o Tigres fará no Beira-Rio. Estávamos com foco no jogo, foco na final. Além disso, vínhamos confiantes com a nossa campanha. Na partida de volta, o Libertad fez um jogo mais franco, fomos para cima e fizemos o 2 a 0 — lembra Iarley.

O ex-Boca entende que o Inter de Aguirre precisará ter uma “mentalidade argentina” contra o Tigres, a de fazer o resultado em casa a qualquer custo:

— Os argentinos agem muito assim, fazem a vantagem no jogo de ida, em seus domínios, para que depois possam propor o jogo na casa do adversário. O Inter precisa ser assim conta o Tigres. Os mexicanos mudaram o discurso, querem ganhar a Libertadores, querem fazer história. Mas aposto no Inter, apesar de saber que o jogo será muito difícil — conclui Iarley.

Clemer, campeão com Iarley, e bicampeão da Libertadores como treinador de goleiros do Inter, viveu de perto as duas semifinais, uma começando fora de casa e a outra, abrindo o mata-mata no Beira-Rio. Recorda ainda que em 2006 e em 2010 o Inter também passou por longas paradas devido ao recesso da Libertadores por causa da Copa da Alemanha e da Copa da África do Sul. Uma vez mais, o Inter teve tempo para focar a América.

— Com o primeiro jogo em casa, é preciso ter a consciência de que aquele momento é o mais importante na competição. Geralmente, em uma semifinal de Libertadores, o nível técnico das equipes é parecido. O que decide é o detalhe, a concentração, o mental. Se você quiser mais que o adversário, já sai em vantagem. Esse espírito de vitória é fundamental em um jogo grande — acredita o goleiro de 2006.

Diego Aguirre levou o Peñarol de 2011 à final da Libertadores. Jogou a partida de ida das semifinais no Estádio Centenário, fez o que precisava, o 1 a 0, perdeu por 2 a 1 para Vélez, em Buenos Aires, mas classificou o clube à final contra o Santos de Neymar e de Ganso — quando acabou como vice-campeão.

— Contra o Tigres, é um jogo de 180 minutos e que será decidido no México. A ideia é aproveitar para conseguir uma vitória em casa. Muda bastante porque vamos definir fora. Para o jogo de 90 minutos no Beira-Rio, onde o Inter joga bem, tentaremos encaminhar a classificação com uma vitória. A partir de uma vitória, tudo é bom, independente de levar ou não gols — sentenciou Aguirre.

As semifinais da Libertadores desde a temporada 2000:

2000
Jogo de ida: Boca Juniors 4×1 América (MEX)
Jogo de volta: América 3×1 Boca Juniors
Classificado: Boca Juniors

Jogo de ida: Corinthians 4×3 Palmeiras
Jogo de volta: Palmeiras (5) 3×2 (4) Corinthians
Classificado: Palmeiras

2001
Jogo de ida: Cruz Azul (MEX) 2×0 Rosario Central (ARG)
Jogo de volta: Rosario Central 0x0 Cruz Azul
Classificado: Cruz Azul

Jogo de ida: Boca Juniors 2×2 Palmeiras
Jogo de volta: Palmeiras (2) 2×2 (3) Boca Juniors
Classificado: Boca Juniors

2002
Jogo de ida: Olimpia (PAR) 3×2 Grêmio
Jogo de volta: Grêmio (4) 1×0 (5) Olimpia
Classificado: Olimpia

Jogo de ida: São Caetano 2×0 América (MEX)
Jogo de volta: América 1×1 São Caetano
Classificado: São Caetano

2003
Jogo de ida: Boca Juniors 2×0 América de Cali (COL)
Jogo de volta: América 0x4 Boca Juniors
Classificado: Boca Juniors

Jogo de ida: Santos 1×0 Independiente Medellín (COL)
Jogo de volta: Independiente 2×3 Santos
Classificado: Santos

2004
Jogo de ida: Boca Juniors 1×0 River Plate (ARG)
Jogo de volta: Rivar Plate (4) 2×1 (5) Boca Juniors
Classificado: Boca Juniors

Jogo de ida: São Paulo 0x0 Once Caldas (COL)
Jogo de volta: Once Caldas 2×1 São Paulo
Classificado: Once Caldas

2005
Jogo de ida: Atlético-PR 3×0 Chivas Guadalajara (MEX)
Jogo de volta: Chivas 2×2 Atlético-PR
Classificado: Atlético-PR

Jogo de ida: São Paulo 2×0 River Plate (ARG)
Jogo de volta: River Plate 2×3 São Paulo
Classificado: São Paulo

2006
Jogo de ida: Chivas Guadalajara (MEX) 0x1 São Paulo
Jogo de volta: São Paulo 3×0 Chivas
Classificado: São Paulo

Jogo de ida: Libertad (PAR) 0x0 Inter
Jogo de volta: Inter 2×0 Libertad
Classificado: Inter

2007
Jogo de ida: Cúcuta (COL) 3×1 Boca Juniors
Jogo de volta: Boca Juniors 3×0 Cúcuta
Classificado: Boca Juniors

Jogo de ida: Grêmio 2×0 Santos
Jogo de volta: Santos 3×1 Grêmio
Classificado: Grêmio

2008
Jogo de ida: América (MEX) 1×1 LDU (EQU)
Jogo de volta: LDU 0x0 América
Classificado: LDU

Jogo de ida: Boca Juniors 2×2 Fluminense
Jogo de volta: Fluminense 3×1 Boca Juniors
Classificado: Fluminense

2009
Jogo de ida: Cruzeiro 3×1 Grêmio
Jogo de volta: Grêmio 2×2 Cruzeiro
Classificado: Cruzeiro

Jogo de ida: Estudiantes de La Plata 1×0 Nacional (URU)
Jogo de volta: Nacional 2×1 Estudiantes
Classificado: Estudiantes


2010
Jogo de ida: Chivas Guadalajara (MEX) 1×1 Universidad de Chile
Jogo de volta: Universidad 0x2 Chivas
Classificado: Chivas Guadalajara

Jogo de ida: Inter 1×0 São Paulo
Jogo de volta: São Paulo 2×1 Inter
Classificado: Inter

2011
Jogo de ida: Peñarol 1×0 Vélez Sarsfield
Jogo de volta: Vélez 2×1 Peñarol
Classificado: Peñarol

Jogo de ida: Santos 1×0 Cerro Porteño (PAR)
Jogo de volta: Cerro 3×3 Santos
Classificado: Santos

2012
Jogo de ida: Boca Juniors 2×0 Universidad de Chile
Jogo de volta: Universidad 0x0 Boca Juniors
Classificado: Boca Juniors

Jogo de ida: Santos 0x1 Corinthians
Jogo de volta: Corinthians 1×1 Santos
Classificado: Corinthians

2013
Jogo de ida: Olimpia (PAR) 2×0 Santa Fe (COL)
Jogo de volta: Santa Fe 1×0 Olimpia
Classificado: Olimpia

Jogo de ida: Newell’s Old Boys (ARG) 2×0 Atlético-MG
Jogo de volta: Atlético-MG (3) 2×0 (2) Newell’s
Classificado: Atlético-MG

2014
Jogo de ida: Nacional (PAR) 2×0 Defensor (URU)
Jogo de volta: Defensor 1×0 Nacional
Classificado: Nacional

Jogo de ida: San Lorenzo (ARG) 5×0 Bolívar (BOL)
Jogo de volta: Bolívar 1x 0 San Lorenzo
Classificado: San Lorenzo

Fonte: ZH

Inter precisa matar o jogo contra o Tigres no Beira-Rio

Vou repetir o que venho escrevendo e dizendo: ficou tão grande a responsabilidade dos profissionais do Inter que não se pode esperar menos do que o máximo de sacrifícios para vencer o Tigres. Ganhar fazendo escore, fique claro, pois a decisão da vaga acontecerá no México.

Wianey Carlet: Inter precisa matar o jogo contra o Tigres no Beira-Rio Ricardo Duarte/Agencia RBS

Ao recomendar que os colorados fiquem alheios ao que as rádios informam e dediquem-se a jogar PlayStation, D´Alessandro assumiu o compromisso a conduzir os seus companheiros à conquista do título da América, pela terceira vez consecutiva.

Pessoalmente, acho que é possível ao Inter cumprir esta façanha. Mesmo que o time esteja destreinado pela falta de atividades oficias, a qualidade técnica dos jogadores é inquestionável. Junte-se a este item a necessidade absoluta de superação e cabe, sim, esperar pela conquista.

Wianey Carlet
Fonte: ZH